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maio 19, 2017 Comentários (11) Visualizações: 8171 América do Sul, Américas, Colômbia, Destinos, Dicas de Viagens

O que você precisar saber antes de ir para San Andrés

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San Andrés (SA) é uma ilha pertencente à Colômbia, que se localiza no Mar do Caribe e apresenta 26km2 de extensão. O mar azul e calmo, de areia branca e água quente e cristalina, é a principal atração da região. As diferentes tonalidades do mar, que variam de azul escuro, azul turquesa a verde esmeralda, lhe renderam o título de “El mar de los 7 colores”, o que é facilmente observado da janela do avião, em qualquer passeio de barco pela ilha ou num voo de parasail. O local também apresenta a 3ª maior barreira de corais do mundo, declarada pela UNESCO como Reserva da Biosfera, e recebeu o nome de “Seaflower”. É, realmente, um paraíso natural na Terra!

Por esse motivo, a ilha de San Andrés, tem sido muito procurada pelos brasileiros como um destino de férias, principalmente, devido ao bom custo-benefício, quando comparado às outras ilhas caribenhas e, até mesmo, ao litoral nordestino brasileiro. A moeda local, o peso colombiano, é desvalorizada em relação ao dólar, variando de 2.700,00 a 2.800,00 COPS para um dólar americano ou 914,00 COPS para um real (cotação de fevereiro/2017).

Embora a língua oficial seja o espanhol, os nativos (raizais) falam, entre si, um idioma local chamado crioulo de San Andrés, uma mistura de inglês e francês. Mas com os turistas brasileiros, eles falam até o famoso portunhol!

San Andrés é bem simples, com algumas áreas (afastadas do centro turístico) bem humildes mesmo. Chegamos a nos assustar com a quantidade de lixo nas ruas e em algumas praias, e também, com a quantidade de brasileiros. Rs. Lotada mesmo! Nem parecia que tínhamos saído do Brasil, a impressão era que estávamos passando o carnaval na Bahia, ou em alguma cidadezinha da Região dos Lagos no Rio de Janeiro. Acho que a ideia de fugir do Brasil no carnaval não foi só nossa! Rs.

COMO CHEGAR?

Partindo do Brasil, algumas companhias aéreas têm San Andrés como destino final, como a Latam, a Avianca e a Copa.

Nosso voo partiu de São Paulo, pela Latam, e fez uma escala de 2 horinhas em Bogotá, tempo esse que foi gasto na troca de alguns dólares no aeroporto e para a compra da “tarjeta de turismo” no guichê da Latam. Essa tarjeta deve ser adquirida com a sua companhia aérea antes do embarque, e é um item obrigatório para a sua entrada em San Andrés. Tal papel deve ser apresentado na imigração, no momento de desembarque na ilha e não pode ser perdido, pois ao deixar San Andrés, ele também será solicitado.

O aeroporto de San Andrés é bem pequeno e simples. Parecia mais uma rodoviária de cidadezinha pequena. Assim que saímos do aeroporto, tinham alguns táxis (a maioria carro velho, sem identificação e sem taxímetro) na porta. Nossa corrida até o hotel deu 20.000,00 COPs, entretanto, na volta, pagamos 15.000,00 COPS.

ONDE SE HOSPEDAR?

Os hotéis mais famosos da ilha são os resorts da rede Decameron “all inclusive” (existem 5 hotéis dessa rede espalhados por toda a ilha), o GLH Sunrise (a 15-20 minutos de caminhada do centro) ou o Casa Blanca (de frente para a praia do centro).

Tivemos dificuldades em reservar um desses hotéis, pois ou já estavam lotados para o período do Carnaval, ou o valor das diárias ultrapassava o nosso orçamento. Como queríamos nos hospedar no centro, fiz uma pesquisa no Booking.com e no TripAdvisor e tentamos a sorte no Caribbean Island Hotel, localizado de frente pra praia Sprat Bight, a 100 metros do Hotel Casa Blanca, na rua Peatoneal, ruazinha de pedestres, onde estão alguns bares, restaurantes e as principais lojas. Pagamos 720,00 dólares por 6 diárias num quarto de casal. O hotel é bem simples, parece mais uma pousada, somente 3 andares, sem elevador, sem café da manhã, quarto simples, porém ok, e pra nossa surpresa tinha água quente no chuveiro. Havíamos lido que a maioria dos hotéis em San Andrés não dispunha de sistema de aquecimento da água, mas não sei dizer se a água estava quente por causa do sol na caixa d’água ou se, realmente, havia alguma forma de esquentar a água. O principal ponto positivo foi a localização bem no centro, perto de tudo, e a menos de 5 minutos do aeroporto.

O QUE FAZER?

Por ser uma ilha, a principal atração realmente é curtir a praia, mas SA oferece diversas outras atividades aquáticas, o que tornou o local ainda mais interessante. Fiz um roteirinho do que fazer em cinco dias na ilha. Quem tiver mais tempo, poderá descansar um pouquinho mais ou de repente, estender a viagem para Providencia, que é outra ilha do arquipélago lindíssima, mas não tivemos tempo de conhecer.

Primeiro dia:

Alugamos uma mula para dar uma volta na ilha. Mula é um carrinho aberto semelhante a um carrinho de golfe, mas é um pouco mais rápido que esse, ainda assim, anda bem devagar. Acho que por isso ele que tem esse nome! Rs. O aluguel, por um dia (de 9:00h às 18:00h), custou 120.000,00 COPS e colocamos 12.000,00 COPS de gasolina, o que foi suficiente pra rodar a ilha. Nossa primeira parada foi no letreiro colorido “I LOVE SAN ANDRÉS”. Fizemos algumas fotos e continuamos em direção a West View Point. Para entrar é necessário pagar 5.000,00 COPS, por pessoa. Não se trata exatamente de uma praia. Nessa costa, não há areia, o mar faz contato diretamente com uma rocha. Pra entrar na água deve-se descer uma escadinha, ou pular de um trampolim, ou descer por um toboágua (que são as grandes atrações do lugar).

O local é ótimo para fazer snorkel, pois a visibilidade é excelente e tem muitos peixes. Entretanto, é bem fundo, e é necessário saber nadar ou alugar um colete salva-vidas. Nadando uns 30 metros em direção ao alto mar, é possível ver uma estátua de Poiseidon no fundo do mar, a uma profundidade de 8 a 10 metros, aproximadamente. Algumas pessoas conseguem chegar até ela só fazendo apneia. Também é possível fazer um passeio chamado Aquanautas, que é um mergulho com escafandro (aquele grande capacete semelhante a uma roupa de astronauta). Parece interessante, mas optamos por não fazer. West View é um local sem estrutura nenhuma, quando cheguei fiquei até assustada. O lugar estava bem sujo e insuportavelmente lotado. Não sei dizer se é sempre assim, ou se estava tão cheio por ser sábado e Carnaval. Não tem locker para guardar as coisas, mas pudemos deixar nossas bolsas no bar, em troca de uma “propina voluntaria”, ou seja, você dá uma gorjeta, se quiser.

Seguindo a estrada principal, passamos por La Piscinita. Já havia lido que era um local semelhante a West View, porém menor, onde também se paga pra entrar. Preferimos não entrar e seguimos adiante. Fomos curtindo a vista e fizemos uma nova parada, na praia San Luis.

Aproveitamos para almoçar no restaurante Dona Francesca. A comida demorou um pouco, mas bem gostosa. Recomendo! Passamos a tarde toda ali. Não paramos em Rocky Cay pois já havíamos planejado passar o último dia lá.

Segundo dia:

Neste dia fizemos um passeio de barco para Aquario e Johnny Cay. Fechei todos os passeio com a empresa Juan Ballena, com antecedência, de forma online, através do site www.juanballena.com. Aquario é um banco de areia, no meio do mar, cercado por uma água azul transparente linda, com muitos peixes e, inclusive, raias. Parece realmente que estamos dentro de um aquário. Aliás, em todas as praias de SA, uma raia passava nadando perto da gente! Algumas enormes! Muito legal! De Aquario, é possível ir andando por dentro do mar (ou nadando) até a ilha Haynes Cay. Ficamos 1 hora nesse local e já era hora de continuar o passeio em direção a ilha Johnny Cay.

Johnny Cay - Viagem da Vida veste Côte D'Azur

Johnny Cay – Viagem da Vida veste Côte D’Azur

Johnny Cay é uma ilha avistada da praia do centro, cheia de coqueiros e cercada por um mar azul turquesa lindíssimo! O local onde os barcos atracam é a parte da frente da ilha, onde tem areia e é melhor para o banho. Além disso, essa área tem alguns quiosques que servem comida e bebidas e também alugam espreguiçadeiras e barracas. Por isso, esse lado fica mais lotado. Preferimos não comer na ilha, mas o único prato servido era arroz, peixe empanado e patacones (especialidade colombiana feito de bananas fritas salgadinhas). Nós optamos por alugar um “locker” para guardar nossos pertences e preferimos explorar a parte de trás da ilha, onde tem algumas pedras, corais e se formam algumas piscinas naturais. Não deixem de dar uma volta completa na ilha (1,5km) e descansar embaixo de um dos coqueiros. Ficamos lá até às 15:00h, que era o horário de saída do nosso último barco.

Dica: Não façam esse passeio no fim de semana. Fizemos num domingo (de Carnaval) e estava absurdamente lotado. Uma outra opção também, pra quem tiver mais dias, seria fazer esses dois passeios (Aquário e Johnny Cay) em dias separados. Achamos que foi bem corrido só ter uma horinha em Aquário.

Terceiro dia:

Nesta manhã, fizemos o passeio mais incrível de todos! Sobrevoamos de parasail (uma espécie de paraquedas puxado por uma lancha) aquele marzão azul. E realmente ele tem vários tons de azul, dizem que são sete tons diferentes mas a minha emoção, misturada com um pouco de medo, não me permitiu contar. Também fechamos o passeio com a empresa Juan Ballena e custou aproximadamente 65 dólares. Foram 8 pessoas na lancha e cada dupla voou por 15 minutos a 100 metros de altura. Não tenho palavras pra descrever aquele mar, coisa mais linda do mundo!!!! Deu pra ver a barreira de corais, uma mancha verde enorme no mar, várias ilhas e alguns barcos encalhados. Foi muito maravilhoso!! Passeio imperdível, que recomendamos muito!!!

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Dicas: Tente ser um dos últimos, pois quanto mais próximo do meio-dia, o sol incide mais forte sobre o mar, e mais azul a água fica! Nós tiramos um “zerinho ou um” e fomos a 3ª dupla a voar. E pra quem costuma ficar mareado em passeio de barco, recomendo tomar algum remédio para enjoo, tipo Dramin, Vonau, Meclin (consulte seu médico antes), pois além da lancha balança bastante, o próprio voo, em si, também nos deixou enjoados.

À tarde, fizemos um passeio super diferente, indicado pra quem gosta de Ecoturismo. Andamos de caiaque no manguezal chamado “Old Point”. Conhecemos uma parte da ilha que não imaginávamos que existia. Diferente das águas azuis típicas de San Andrés, fomos conhecer o mangue e ter uma verdadeira aula de biologia marinha. Também fizemos snorkel nessa região, acompanhados de um guia que ia nos mostrando toda a fauna e flora típica do local. Vimos pepino do mar, medusas, anêmonas, esponjas, coral de fogo… Um passeio ecológico super interessante, com certificado de excelência pelo TripAdvisor, que também fechamos com @juanballenatravel !! No final do passeio ainda tivemos um lanchinho 🔝 demais, com patacones, peixe, e bolinho de banana e canela! Adoramos!!!

Quarto dia

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Esse dia amanheceu nublado, com chuvas esparsas, e o mar estava um pouco mais agitado, com mais ondas que nos dias anteriores. Por sorte, já havíamos reservado o mergulho de cilindro para esta manhã. O Manoel (o instrutor do mergulho) foi nos buscar em nosso hotel às 8:00h e de lá seguimos em direção ao outro lado da ilha, para o ponto de mergulho chamado Nirvana. Apesar da gente amar mergulhar, ainda não temos a certificação da PADI. Então, sempre temos que fazer um Discover Scuba Diving (batismo) nos lugares que visitamos. Inicialmente, o Manoel nos passou todas as instruções, uma espécie de uma aulinha teórica, e depois pulamos de umas pedras direto na água. Não foi preciso pegar barco. O mergulho foi maravilhoso!!!! A visibilidade é excelente e aquele azul do mar nos surpreendeu mais uma vez. Super recomendamos esse mergulho com a empresa Juan Ballena e não deixem de pedir pelo instrutor Manoel. Ele nos deu a maior atenção, super tranquilo, nos passou muita segurança e desceu pra água só com nós dois. Ponto super importante, pois já fizemos batismo com 1 instrutor pra 4 pessoas e não foi tão legal.

À tarde, fizemos um snorkel na 3ª maior barreira de corais do mundo! Esse passeio fechamos com o Fernando Mancera, através do Facebook dele. Fomos em 3 pessoas no total. Pegamos uma lanchinha e nem 5 min depois, o Fernando já atracou a mesma no meio do mar, num local que estava raso. Dali, já começamos o snorkeling. Visibilidade incrível, mesmo com o mar mais agitado. Vimos corais imensos, vários peixes coloridos e arraias. Tudo lindo demais!! Mas como estava com muitas ondas, meu namorado ficou super mareado e não finalizamos o passeio. Ainda assim, valeu super à pena!! Recomendo! O Fernando fez fotos minhas mergulhando lindíssimas. O valor do passeio foi 60.000 COPS, por pessoa, e as fotos tiradas por ele e entregues no dia seguinte num CD custaram 60.000,00 COPS. O snorkel, a máscara e a nadadeira estão inclusas no passeio.

Dicas: Pra quem costuma passar mal, tomar um remédio para enjoo antes de ir, principalmente se o mar estiver agitado.

Quinto dia

Como era o nosso último dia na ilha, resolvemos descansar. Fomos cedo para o Hotel Decameron de Rocky Cay para fazer um “day use” lá. Era quarta-feira de Cinzas, e por esse motivo, o hotel já estava vazio. Tinham me orientado a chegar bem cedo, e assim o fiz, porém sem necessidade. Nem havíamos tomado café, pois também tinha sido informada que o café da manhã estaria incluído, mas não estava. Pagamos 55.000 COPS, por pessoa, com almoço, lanche da tarde e bebidas incluídos. Mas confesso que esperava mais, fiquei um pouco decepcionada com tudo. O mar ainda estava agitado, com algumas ondas e algas perto da faixa de areia. Mas ainda assim, super azul!!!

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De tarde, fomos andando por dentro da água até a ilha de Rocky Cay. Uma pequena ilha com a vista linda da praia. Atrás dessa ilhota, tem um navio encalhado. Muitas pessoas costumam mergulhar lá, mas preferimos não ir pois o mar estava bem agitado.

No final da tarde voltamos pra praia do centro, onde estávamos hospedados e resolvemos alugar um jet ski. O ideal é tentar negociar o valor, mas não conseguimos nenhum desconto. Como era nosso último dia na ilha e já estava próximo de anoitecer, não pechinchamos muito. Pagamos / COPS por 30 minutos em 1 jetski. Seguimos em direção a ilha de Johnny Cay, não se pode atracar lá, mas pudemos chegar bem próximo e fazer umas fotos lindas. Porém, com uns 15 minutos de passeio, nosso jet ski parou de funcionar, e como o mesmo era bem velho, não conseguíamos ver no visor se era falta de gasolina ou bateria… ficamos mais uns 15 minutos parados à deriva no mar, até que vieram nos rebocar. Mas ainda deu pra apreciar o pôr do sol de dentro do mar. Ainda tivemos que passar por uma situação um pouco desagradável ao ter que discutir com os homens e solicitar, pelo menos, metade do dinheiro de volta. Mas nada que tivesse estragado nossa viagem… Afinal, toda viagem tem que ter um perrenguinho, se não a gente não tem história pra contar depois! Rs. E assim terminou nosso Carnaval nessa linda ilha no meio do Caribe. Simples, porém de um azul sem igual!!!

Praia em frente ao Hotel que ficamos.

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ONDE COMER

La Regata – Restaurante com uma decoração linda e super diferente. Localizado num piér, em cima do mar. Comida excelente. Imperdível! Tem que fazer reserva.

Peru Wok – comida excelente. Melhor limonada de côco da ilha. Adoramos tanto, que fomos 2 vezes.

The Islander – Comida bem gostosa, e bem decorado. Bom preço.

Dona Francesca – localizado à beira-mar, na praia de San Luis, decoração super fofa e comida gostosa, porém demoraram muito pra nos servir.

DICAS

* Levar ou comprar lá uma sapatilha aquática. Pagamos 15.000 COPS, vende em todas as lojinhas na ilha. Importante usar em todos os passeios. Tem muitas pedras, corais, ouriços, e águas-vivas (queimei meu dedinho do pé no último dia, num único momento que fiquei sem a sapatilha).

* SA é uma zona livre de impostos. Tem várias lojas de importados, desde roupas, a perfumes e bebidas… Realmente, os preços estavam bem mais baixos que no duty-free. Pra quem quiser fazer compras, vale a pena. Só tomar cuidado com possíveis falsificações.

* Levar remédio para enjoo.

* É possível fazer o câmbio de dólares para pesos colombianos na própria ilha. Lá a cotação estava melhor do que no aeroporto. O Banco Colombia fica aberto de segunda-feira a sexta-feira e também aos sábados até 12:00h. Também é possível trocar o dinheiro em algumas das muitas lojinhas na Peatonal.

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Booking.com

11 Responses to O que você precisar saber antes de ir para San Andrés

  1. Avatar RENATA disse:

    Lindas fotos, belo lugar, estou querendo ir, qual câmera você usou? qual indica?

  2. Avatar Jeferson disse:

    Olá, boa tarde.

    Gostei bastante da matéria, muito interessante.
    Referente aos custos foi em média quantos dólares?

    Grato.

  3. Avatar Juli disse:

    Olá! Fotos maravilhosas! tenho uma dúvida quanto aos passeios pra quem não sabe nadar, todos oferecem colete salva-vidas?

  4. Avatar Douglas lima disse:

    Qual foi o valor do aluguel do jet Aki?

  5. Avatar Mariana disse:

    Bem legal o post! Estou pesquisando para ir mês que vem. Queria saber qual câmera vcs usaram!

  6. Avatar Jaqueline disse:

    Olá,
    Adorei as fotos, o lugar realmente parece ser sensacional, estamos ansiosos pra ir!

    Mas gostaria de saber sobre o snorkel, se vocês recomendam comprar e levar sempre nos passeios ou os passeios que incluem mergulho, oferecem o equipamento?
    E sobre os pertences (mochilas etc), que levam aos passeios, sempre há algum local disponível e seguro para deixar?

    Desde já agradeço. Abraço.

    • Carlos Gomes Carlos Gomes disse:

      Olá Jaqueline, que bom que gostou do post. Bom, sobre o snorkel se puderem comprar vale a pena pois lá terá vários lugares que poderá usar, na ilha custava em torno de 20mil pesos, em torno de 25 reais. Nos passeios, eles cobram o aluguel fica a dica.
      Sobre os pertences, é bom sempre levar com vcs, tem alguns lugares nas ilhas que tem guarda-volumes, e aí se paga uma taxa para ter um armário. Espero ter ajudado querida!

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